Profissionais da educação municipal fazem manifestações durante audiência pública

Profissionais da educação municipal fazem manifestações na Câmara
Durante a sessão dessa quarta-feira (17), na Câmara, servidores da educação municipal de Foz protestaram com cartazes. Foto Kathlen Ferrari

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Eles usaram cartazes, bótons e espaço de fala para manifestar insatisfação em relação ao não pagamento do reajuste anual conforme determina o Ministério da Educação, entre outras reivindicações.

Na manhã de hoje (17), profissionais da educação pública municipal estiveram na Câmara de Vereadores de Foz do Iguaçu para acompanhar a audiência para apresentação da prestação de contas do 1º quadrimestre de 2026 da Secretaria de Educação.

Servidores da Educação do município usaram bótons com a frase: ‘Profissionais valorizados, educação respeitada!’, durante Audiência Pública na Câmara de Foz. Foto Kathlen Ferrari

Durante a sessão pública, os servidores acompanharam a apresentação e também manifestaram com cartazes a insatisfação que a categoria enfrenta. Além disso, usaram bótons com a frase: “Profissionais valorizados, educação respeitada!”.

Alguns profissionais, incluindo a presidente do Sindicato dos Professores e Profissionais da Educação da Rede Pública Municipal de Foz do Iguaçu (Sinprefi), Viviane Dotto, usaram o espaço de fala para registrar os motivos da manifestação: “A gestão anterior da educação foi marcada pela falta de diálogo e de avanços, gerando insatisfação na categoria, diante da falta de professores e do pagamento parcelado da data-base, entre outras demandas. Estamos em indicativo de greve, lutando pelo avanço das negociações, pela reformulação do Plano de Carreira, por melhores condições de trabalho para todos os profissionais da educação e pelo cumprimento do Piso Nacional do Magistério.”

“O objetivo é alertar o poder público municipal e informar a população de que as coisas não estão indo bem na educação de Foz, que há um indicativo de greve em vigor e que a educação municipal está pedindo socorro”, explica o secretário-geral do Sinprefi, Lucas Fávero.

Os protestos levam em consideração a aprovação ocorrida ontem (16), na Câmara de Vereadores, do reajuste da data-base em 4,11%, que será pago em quatro parcelas – contra a vontade dos servidores da educação. Essa proposta tinha sido rejeitada em Assembleia Geral pelos servidores da educação, que lutam pelos 5,40% determinados pelo Ministérios da Educação (MEC), em parcela única.

Profissionais da Educação pública municipal de Foz estiveram na Câmara de Vereadores para acompanhar a audiência e manifestar as lutas que a categoria tem enfrentado. Foto Kathlen Ferrari

A reivindicação da categoria atendida integralmente, foi o reajuste de 10% no valor do vale-alimentação, que passou a R$ 605.

Além disso, ontem, durante a votação, os servidores foram surpreendidos pela inclusão extra pauta da votação sobre alterações na Lei Orgânica do município que irão impactar na previdência dos servidores, regida por regime próprio via FozPrev.

Por ASSESSORIA

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